Samurais x Ninjas – Do-maru

Conto - Samurais x Ninjas – Do-maru title=

“Shintaro se levantou e pegou a katana do filho com reverência, ajoelhou-se novamente e desembainhou-a. A lâmina brilhava, fora lavada, escovada e polida com uma bola feita de algodão pulverizada com pó uchiko e depois oleada com óleo de chogi.

Testou o fio nos pelos do braço e deu-se por satisfeito. Não havia ranhuras no metal ou qualquer dente na lâmina. Isso mostrava a habilidade do samurai que a empunhou por mais de uma década”.

Takeru aprendeu desde cedo respeitar os mais velhos e as tradições. Em um momento de luto pela morte do pai, um respeitado samurai, ele tem uma grande provação: tornar-se digno dos seus antepassados.

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Cães mortos não uivam para a lua

Conto - Cães mortos não uivam para a lua

“De onde os quatro amigos estavam, o barulho do metal contra metal e dos gritos de dor, parecia um zumbido que se perdia no ar. Podiam ouvir claramente os toques das cornetas que indicavam aos soldados o que fazer, mas não conseguiam ver o desenrolar da batalha.

Um padre caolho e com o lábio fendido veio e rezou uma prece rápida e os homens se reuniram em torno dele. Alguns lhe davam moedas ou comida. Muitos se ajoelhavam e fechavam os olhos. Outros se mantinham em um silêncio desconfortável. E havia aqueles que tocavam os punhos de suas espadas e os pintos para dar sorte.

Muitos soldados trouxeram a família e a choradeira das mulheres e dos filhos se misturava ao zumbido constante da batalha.

Os sons da guerra lembravam o lamento das almas no inferno, Burt se recordou das histórias contadas pelo seu tio à beira da fogueira. Sentiu um arrepio na nuca e pediu para Santo Oswald livrá-lo de todo o mal”.

A guerra molda as pessoas. E quatro jovens vão para o campo de batalha sem experiências, mas com muitas esperanças e ilusões. Munidos de espadas enferrujadas e da insolência da tenra idade, querem conquistar glórias e algum butim. Conheça a história de Edan, Burt, Ricard e Edulf e de quando eles lutaram ao lado das tropas do Rei Henrique III.

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Excalibur - Parede de Escudos

Conto - Parede de Escudos

“Odeio elmos.

Mesmo sob um sol tímido o metal esquenta demais. E as placas faciais atrapalham a visão. Mas, eles já me salvaram a vida um bocado de vezes. Espadas já resvalaram na minha testa, martelos teriam estraçalhado o meu crânio, lanças teriam perfurado a minha nuca.

É… Eu já deveria ter morrido há muito tempo”.

O mito do “Rei Artur” já foi contado e cantado por incontáveis vezes e a lenda de sua poderosa espada Excalibur faz parte do imaginário de muitas pessoas.

Entretanto, temos somente indícios, suposições e fantasia sobre esse tão instigante personagem e, separar os fatos – se é que podemos considerar algum – das histórias inventadas pelos bardos e mesmo por historiadores renomados é uma tarefa dificílima, talvez impossível.

E sob essa aura de mistério, o autor Eduardo Kasse transcreveu a sua versão de como poderia ser o “mundo arturiano”, com Merlin, Caradog, Boors e muitos outros bravos homens lutando para unificar a Britannia e expulsar os inimigos saxões das suas preciosas terras.

A guerra era constante e moldou aquela ilha. Sangue e suor fizeram parte da alquimia da Britannia desde os primeiros anos da colonização humana. E no século VI – uma data “provável” para a existência de Artur – as batalhas estavam cada vez mais ferozes.

E a vida e a morte, a escravidão e a liberdade dos povos eram decididos nas paredes de escudos.

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