Generalidades

Conteúdo sisudo é um porre!

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Seu conteúdo não pode judiar de quem o acessa!

Estamos vivendo em um mundo em transição, com novas mídias, novas formas de adquirir conhecimento e, acima de tudo, diversas possibilidades de interação.

Há apenas 10 anos, ter um projeto na internet era um ótimo diferencial. Hoje é uma obrigação!

Gostem ou não, as empresas e os profissionais, principalmente aqueles que direta ou indiretamente trabalham com conteúdo e comunicação, precisam ter sites, blogs, perfis nas redes sociais.

E, assim como no “mundo real” devem proporcionar experiências de valor também na web.

Era exponencial

Pesquise no Google sobre qualquer tema e certamente vai receber dezenas, centenas, milhares e, inacreditavelmente, milhões de alternativas em alguns casos.

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Então, você tem apenas uma chance para cativar o seu leitor, seu cliente, seu novo parceiro comercial. E não é exagero: acerte o alvo de primeira ou pereça!

E uma das melhores e mais eficientes maneiras de “demonstrar a que veio” é por meio de um conteúdo original e relevante.

Seja um artigo, um vídeo, uma imagem ou mesmo um tweet, o seu projeto precisa impactar e ter a sua identidade.

E é nesse ponto que começa uma “confusão”: muitas pessoas acreditam que o valor de um conteúdo está na rigidez, no uso de palavras “difíceis” e de conceitos sisudamente austeros.

Balela!

Veja: antes que venham as pedras, não apoio – aliás, repudio – projetos mal feitos, sem esmero, sejam esses de quaisquer mídias.

O que aplico como prática na minha carreira é a leveza, o humor, as analogias bem feitas!

usei meus cães para falar sobre gerenciamento de equipes, criei uma série intitulada O Profissional Sobrenatural que mostrava diversos perfis de profissionais e sempre que tenho insights gosto de aplicar analogias para ilustrar temas como no artigo Sobre cenouras, burros e motivação para seguir adiante.

E tenho tido ótimos resultados e boa repercussão.

As pessoas estão de saco-cheio

Apesar de termos uma imensa quantidade de informações disponíveis, as pessoas estão cada vez mais cansadas, sem paciência e sem motivação para conhecê-las e absorvê-las, portanto, é preciso pensar em um modelo diferente!

É preciso deixar o vínhamos fazendo há séculos e nos adaptar à nova realidade.

E isso é perder o valor? Ao contrário! É encontrar novos parâmetros de valor.

Enfim, acredito muito no “faça bem feito, encontre o seu DNA e proporcione sempre boas sensações para o seu leitor/cliente/sei-lá-quem”.

Um sorriso de satisfação é a chave-mestra!

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