Generalidades

As lições que aprendemos no parque de cães

Estela e eu gostamos muito de ir aos parques de cães. E sempre que temos a oportunidade, levamos a matilha para brincar e interagir com outros animais.

E vê-los correndo, brincando, pulando, rolando na lama, enfim, sendo cães, é uma experiência enriquecedora e gratificante.

E vou além: nossos companheiros mostram como os seres humanos são pouco evoluídos.

Para eles, não importa raça, tamanho, cor, idade, sexo. Eles apenas querem cheirar os traseiros um dos outros e correr livres pela grama. Ponto.

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Sim, eles têm muito a nos ensinar.

Seja um vira-lata, um pastor-alemão, um poodle ou qualquer outro, eles brincam em harmonia, correm atrás da bolinha e um dos outros.

Não há preconceitos, diferenças de “classe social”, egolatria etc. Há apenas o momento. A verdadeira felicidade.

E isso é lindo! Lindo mesmo.

Já fui dezenas de vezes em parques de cães. E todas as “brigas” que aconteceram foram ocasionadas ou “disparadas” pelos humanos, nunca pelos cães.

Seja pela insegurança, ansiedade, irritação, ou qualquer outro motivo, os donos passam essas más energias aos peludos, desencadeando os problemas.

Sempre os humanos…

Enquanto os donos fazem questão de se exibir, com brinquedos estrambólicos, celulares moderníssimos ou roupas caninas de grifes, os bichos querem apenas estar em contato com a Mãe Natureza. Não importa se são cães de um CEO multimilionário ou companheiros de um mendigo.

Aliás, na maioria das vezes, os cães dos mendigos são mais felizes – se quiser saber mais sobre os por quês, pode me perguntar!

Enfim, os humanos em sua magnânima superioridade não conseguem mais sentir, contemplar e viver. Apoiam-se em muletas da modernidade e deixam de olhar ao redor.

É, eu gostaria de viver em uma sociedade em que as pessoas fossem mais cães e menos humanas. Entende?

Até mais!

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