Contos

Ao som de uma canção de amor você sangrava

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Entreguei-me de corpo e alma à esbórnia. Queria provar e provocar cada vez mais homens e mulheres. E esse ritmo desregrado apressou o meu fim. Talvez eu durasse mais uns anos, quem sabe, com sorte, até mesmo uma década.

Preferi viver intensamente a me fadar às regras e privações do tratamento. Monotonia nunca foi uma escolha para mim. Eu tinha dor, escolhi aplacá-la com vinho e com o prazer proporcionado por cada amante. Mesmo quando não conseguia desfrutar do momento, eu fingia. Ah, e que ator eu era! Ri da morte, mesmo estando em seus braços. Afinal, quem quer viver para sempre?

Que ironia!

O que você daria para ser imortal? Diodoros, o ateniense, nascido na Grécia antiga, sempre foi cobiçado por homens e mulheres durante a sua curta vida mortal. E quando alcançou a eternidade passou a ser venerado como um deus. Um deus das trevas.

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O último sol poente

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O filho da Lua não será venerado como os filhos do Sol. O Sol traz vida, a Lua, morte. O Sol traz esperança, a Lua, receios. Mas essa é a natureza da criação. Os contrapontos: claro e escuro, Luz e Trevas, esperança e descrença. Só há equilíbrio quando há forças opostas. Para existir o bem, é preciso que se conheça o mal. Para conseguir o alívio, antes é preciso sentir dor.

Em uma época em que os filhos dos Deuses guerreavam pela disputa do trono de Yamato – que viria a ser conhecido como o Japão –, um sábio conselheiro do imperador Jimmu, descendente de Amaterasu, Deusa do Sol, abraça as trevas e conquista a imortalidade.

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Cães mortos não uivam para a lua

Cães mortos não uivam para a lua, Eduardo KasseDe onde os quatro amigos estavam, o barulho do metal contra metal e dos gritos de dor, parecia um zumbido que se perdia no ar. Podiam ouvir claramente os toques das cornetas que indicavam aos soldados o que fazer, mas não conseguiam ver o desenrolar da batalha.

Um padre caolho e com o lábio fendido veio e rezou uma prece rápida e os homens se reuniram em torno dele. Alguns lhe davam moedas ou comida. Muitos se ajoelhavam e fechavam os olhos. Outros se mantinham em um silêncio desconfortável. E havia aqueles que tocavam os punhos de suas espadas e os pintos para dar sorte.

Muitos soldados trouxeram a família e a choradeira das mulheres e dos filhos se misturava ao zumbido constante da batalha.

Os sons da guerra lembravam o lamento das almas no inferno, Burt se recordou das histórias contadas pelo seu tio à beira da fogueira. Sentiu um arrepio na nuca e pediu para Santo Oswald livrá-lo de todo o mal.

Conto de Eduardo Kasse, autor da série Tempos de Sangue – O Andarilho das Sombras (2012), Deuses Esquecidos (2013). A guerra molda as pessoas. E quatro jovens vão para o campo de batalha sem experiências, mas com muitas esperanças e ilusões. Munidos de espadas enferrujadas e da insolência da tenra idade, querem conquistar glórias e algum butim. Conheça a história de Edan, Burt, Ricard e Edulf e de quando eles lutaram ao lado das tropas do Rei Henrique III.

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Sobre guerras e deuses

Sobre guerras e deuses - e-book

A guerra é mãe e rainha de todas as coisas;
alguns transforma em deuses, outros, em homens;
de alguns faz escravos, de outros, homens livres.
Heráclito

A ilha da Britannia sempre esteve banhada em sangue e seus povos e reinos foram forjados pela guerra, pelo calor das batalhas.

Houve um tempo em que os homens acreditavam nos deuses e clamavam por vingança contra os invasores.

E, em um momento da sua jornada, quando a fé e a esperança se esvaiam pelos golpes e ferimentos sofridos, os deuses atenderam as súplicas, os sacrifícios e quando a noite se adensou, uma serva leal e rainha por direito enfrentou os romanos.

E, naquela noite, um halo vermelho envolveu a Lua e os guerreiros ganharam novo ânimo. E a história foi escrita com espadas, lanças, escudos e presas.

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Parede de escudos

Parede de escudos - e-bookOdeio elmos.

Mesmo sob um sol tímido o metal esquenta demais. E as placas faciais atrapalham a visão. Mas, eles já me salvaram a vida um bocado de vezes. Espadas já resvalaram na minha testa, martelos teriam estraçalhado o meu crânio, lanças teriam perfurado a minha nuca.

É… Eu já deveria ter morrido há muito tempo.

O mito do “Rei Artur” já foi contado e cantado por incontáveis vezes e a lenda de sua poderosa espada Excalibur faz parte do imaginário de muitas pessoas.

Entretanto, temos somente indícios, suposições e fantasia sobre esse tão instigante personagem e, separar os fatos – se é que podemos considerar algum – das histórias inventadas pelos bardos e mesmo por historiadores renomados é uma tarefa dificílima, talvez impossível.

E sob essa aura de mistério, o autor Eduardo Kasse transcreveu a sua versão de como poderia ser o “mundo arturiano”, com Merlin, Caradog, Boors e muitos outros bravos homens lutando para unificar a Britannia e expulsar os inimigos saxões das suas preciosas terras.

A guerra era constante e moldou aquela ilha. Sangue e suor fizeram parte da alquimia da Britannia desde os primeiros anos da colonização humana. E no século VI – uma data “provável” para a existência de Artur – as batalhas estavam cada vez mais ferozes.

E a vida e a morte, a escravidão e a liberdade dos povos eram decididos nas paredes de escudos.

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