Essa é a regra de ouro do marketing de conteúdo, principalmente para escritores e criadores de produtos autorais! Tentar vender no “seco” sem antes agregar valor é o caminho mais rápido para ser ignorado nas redes sociais.
O famoso “dê antes de pedir” (com o devido duplo sentido respeitado, claro! 😂) é o que transforma seguidores curiosos em leitores fiéis e defensores da sua obra.
Como construir esse valor antes da venda?
Para quem escreve — especialmente ficção —, o produto não é apenas o papel impresso ou o arquivo digital; o produto é a experiência, o universo e a emoção.
Aqui estão algumas formas práticas de entregar valor antes de soltar o “compre meu livro”:
1. Curiosidades e Bastidores do Universo
O que entregar: Fatos históricos não convencionais, detalhes sobre a criação dos cenários, mitos da época ou bastidores da sua pesquisa.
Por que funciona: Atrai pessoas que já gostam do tema/gênero. Se a pessoa se interessa pelo contexto, a chance de ela querer ler uma história ambientada ali é enorme.
2. Pedaços do Processo Criativo (A “Cozinha” do Autor)
O que entregar: Perrengues de escrita, como você constrói um vilão marcante, pesquisas esquisitas que você teve que fazer no Google às 2h da manhã.
Por que funciona: Gera identificação e humaniza o autor. As pessoas compram de quem elas conhecem, gostam e confiam.
3. Degustação de Narrativa (A “Isca”)
O que entregar: Microcontos no mesmo universo, trechos impactantes de diálogos, artes dos personagens ou a leitura do primeiro capítulo em áudio/vídeo.
Por que funciona: Reduz o risco percebido pelo leitor. Ele experimenta o seu estilo antes de decidir investir tempo e dinheiro na obra completa.
4. Conteúdo Útil para Outros Entusiastas
O que entregar: Recomendações de outros livros/filmes do gênero, dicas de escrita, análise de batalhas ou personagens históricos famosos.
Por que funciona: Posiciona você como uma autoridade e uma referência no assunto
A Lógica da “Mágica”
Quando o leitor passa semanas consumindo seus conteúdos, aprendendo e se entretendo de graça, o pedido final de venda não soa como uma chateação, mas como uma continuação natural da conversa, ou até como uma forma de ele retribuir o valor que já recebeu!
A mágica não é sorte, é constância e estratégia!
Em resumo:

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